Origem e qualidade

Madagáscar

Também conhecido como Madagascar · Malagasy coffee · Madagascar coffee

O que o torna diferente: Madagáscar não é um sabor único: é um mapa de microclimas, altitudes e culturas produtoras. O que o diferencia é a geografia, a herança genética e a forma como estações e fazendas traduzem a cereja em pergaminho.

Como se produz e benefício típico: A produção típica situa-se entre 800–1800 m (frequente 1100–1500), com foco em arabica, robusta. O benefício habitual inclui lavado, natural. A colheita costuma situar-se em maio–setembro.

Sabores na chávena: Na chávena, lotes de Madagáscar costumam lembrar cacau, frutos vermelhos, especiarias e baunilha. Processo, variedade e torra podem deslocar muito o perfil: use-o como bússola, não como rótulo fixo.

Processo habitual na especialidade: Na especialidade, Madagáscar orienta a procura por país, mas cruze região (Antananarivo, Fianarantsoa, Itasy, Atsinanana), produtor, variedade e processo. Um filtro médio preserva notas de fruta e especiarias.

Notas técnicas e erros frequentes: Não confunda Madagáscar com o perfil de uma só fazenda nem com uma garantia automática de qualidade. Evite assumir que todo o café do país sabe igual ou pagar só pelo nome da origem.

Detalhes do país

Altitude, zonas, espécies, variedades, processos e notas de chávena de referência.

Ficha

  • Altitude 1100–1500 · 800–1800 m
  • Zonas principais Antananarivo · Fianarantsoa · Itasy · Atsinanana
  • Espécies arabica · robusta
  • Perfil na chávena cacau, frutos vermelhos, especiarias e baunilha
  • Dicas de extracção Um filtro médio preserva notas de fruta e especiarias.
  • Colheita maio–setembro

Cafés sugeridos

Sugestões do catálogo desta origem. Toca para ver o detalhe.

No Cafesito

Guarda cafés na despensa, prepara com método e leva o teu diário.

← Voltar ao glossário