Origem e qualidade

Sri Lanka

Também conhecido como Sri Lanka · Ceylon coffee · Sri Lankan coffee

O que o torna diferente: Sri Lanka não é um sabor único: é um mapa de microclimas, altitudes e culturas produtoras. O que o diferencia é a geografia, a herança genética e a forma como estações e fazendas traduzem a cereja em pergaminho.

Como se produz e benefício típico: A produção típica situa-se entre 600–1600 m (frequente 900–1300), com foco em arabica, robusta. O benefício habitual inclui lavado, natural. A colheita costuma situar-se em novembro–fevereiro.

Sabores na chávena: Na chávena, lotes de Sri Lanka costumam lembrar especiarias, cacau, cítricos e açúcar mascavado. Processo, variedade e torra podem deslocar muito o perfil: use-o como bússola, não como rótulo fixo.

Processo habitual na especialidade: Na especialidade, Sri Lanka orienta a procura por país, mas cruze região (Kandy, Nuwara Eliya, Badulla, Ratnapura), produtor, variedade e processo. Um espresso médio destaca especiarias doces e corpo.

Notas técnicas e erros frequentes: Não confunda Sri Lanka com o perfil de uma só fazenda nem com uma garantia automática de qualidade. Evite assumir que todo o café do país sabe igual ou pagar só pelo nome da origem.

Detalhes do país

Altitude, zonas, espécies, variedades, processos e notas de chávena de referência.

Ficha

  • Altitude 900–1300 · 600–1600 m
  • Zonas principais Kandy · Nuwara Eliya · Badulla · Ratnapura
  • Espécies arabica · robusta
  • Perfil na chávena especiarias, cacau, cítricos e açúcar mascavado
  • Dicas de extracção Um espresso médio destaca especiarias doces e corpo.
  • Colheita novembro–fevereiro

No Cafesito

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