Origem e qualidade

Costa do Marfim

Também conhecido como Ivory Coast · Côte d'Ivoire · Ivorian coffee

O que o torna diferente: Costa do Marfim não é um sabor único: é um mapa de microclimas, altitudes e culturas produtoras. O que o diferencia é a geografia, a herança genética e a forma como estações e fazendas traduzem a cereja em pergaminho.

Como se produz e benefício típico: A produção típica situa-se entre 100–700 m (frequente 300–500), com foco em robusta, arabica. O benefício habitual inclui natural, lavado. A colheita costuma situar-se em outubro–março.

Sabores na chávena: Na chávena, lotes de Costa do Marfim costumam lembrar cacau intenso, madeira doce, noz e corpo alto. Processo, variedade e torra podem deslocar muito o perfil: use-o como bússola, não como rótulo fixo.

Processo habitual na especialidade: Na especialidade, Costa do Marfim orienta a procura por país, mas cruze região (Daloa, Man, Abengourou, Divo), produtor, variedade e processo. Use em espresso ou com leite para aproveitar o corpo.

Notas técnicas e erros frequentes: Não confunda Costa do Marfim com o perfil de uma só fazenda nem com uma garantia automática de qualidade. Evite assumir que todo o café do país sabe igual ou pagar só pelo nome da origem.

Detalhes do país

Altitude, zonas, espécies, variedades, processos e notas de chávena de referência.

Ficha

  • Altitude 300–500 · 100–700 m
  • Zonas principais Daloa · Man · Abengourou · Divo
  • Espécies robusta · arabica
  • Perfil na chávena cacau intenso, madeira doce, noz e corpo alto
  • Dicas de extracção Use em espresso ou com leite para aproveitar o corpo.
  • Colheita outubro–março

No Cafesito

Guarda cafés na despensa, prepara com método e leva o teu diário.

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