Origem e qualidade

Ilhas Canárias

Também conhecido como Canary Islands · Spanish coffee · Café de Canarias

O que o torna diferente: Ilhas Canárias não é um sabor único: é um mapa de microclimas, altitudes e culturas produtoras. O que o diferencia é a geografia, a herança genética e a forma como estações e fazendas traduzem a cereja em pergaminho.

Como se produz e benefício típico: A produção típica situa-se entre 200–1200 m (frequente 500–900), com foco em arabica. O benefício habitual inclui lavado, natural, honey. A colheita costuma situar-se em agosto–novembro.

Sabores na chávena: Na chávena, lotes de Ilhas Canárias costumam lembrar cítricos, cacau, fruta amarela e mel. Processo, variedade e torra podem deslocar muito o perfil: use-o como bússola, não como rótulo fixo.

Processo habitual na especialidade: Na especialidade, Ilhas Canárias orienta a procura por país, mas cruze região (La Palma, Tenerife, Gran Canaria, Valle de Agaete), produtor, variedade e processo. Um filtro curto e cuidadoso realça a produção de micro-lote.

Notas técnicas e erros frequentes: Não confunda Ilhas Canárias com o perfil de uma só fazenda nem com uma garantia automática de qualidade. Evite assumir que todo o café do país sabe igual ou pagar só pelo nome da origem.

Detalhes do país

Altitude, zonas, espécies, variedades, processos e notas de chávena de referência.

Ficha

  • Altitude 500–900 · 200–1200 m
  • Zonas principais La Palma · Tenerife · Gran Canaria · Valle de Agaete
  • Espécies arabica
  • Perfil na chávena cítricos, cacau, fruta amarela e mel
  • Dicas de extracção Um filtro curto e cuidadoso realça a produção de micro-lote.
  • Colheita agosto–novembro

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